As acessibilidades do Vale do Lima
As acessibilidades no interior da Zona de Intervenção têm vindo a sofrer algumas pequenas melhorias, mais qualitativas do que quantitativas, mantendo-se a acessibilidade externa numa situação muito mais favorável do que a interna. A rede viária principal permanece inalterada há décadas e só a construção das auto-estradas veio introduzir uma modificação mais profunda.

A Rede de Acessibilidades do Vale do Lima desempenha um papel estrurante na ligação entre a faixa litoral e o interior profundo do Alto Minho.
A rede articula eixos de alta capacidade com estradas nacionais e municipais que acompanham o trajeto do Rio Lima. Embora o território tenha registado um forte desenvolvimento, persistem assimetrias geográficas importantes e reinvidacações de melhoria por parte das autarquias locais.
A mobilidade rodoviária da bacia do Lima organiza-se em forma de "H", dividindo-se pela autoestrada A28 e A3 e pela penetração para o interior (no sentido este-oeste) pela A27 (Viana do Castelo - Ponte de Lima) e pelo IC28 (Ponte de Lima - Arcos de Valdevez/Ponte da Barca). Este último eixo funciona como a continudade natural da A27 para o interior mais rural e montanhoso.
A A3 assume-se como o principal eixo de ligação do Vale do Lima com a Galiza e as cidades a sul, de Braga, Vila Nova de Famalição e Porto, assumindo-se como a principal porta de entrada de fluxos internacionais e turísticos na região.

